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Medições, serviços e o Seis Sigma

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“Sem um padrão não há base lógica para tomar uma decisão ou agir” - Joseph M. Juran (Juran é um dos mais importantes inspiradores do conceito de qualidade total, disseminado por meio de sua obra, notadamente a Trilogia Juran, publicada em 1986, identificada e aceita mundialmente como a referência básica para a gestão e o controle de qualidade. É o autor de uma metodologia para determinar os custos evitáveis e inevitáveis da qualidade e do conceito de company-wide quality management (CWQM)). Tendo a citação acima como base, vamos ao tema da semana: as empresas de serviços são responsáveis por fatias cada vez maiores da economia (PIB, empregos gerados...), e isso é reflexo claro do crescimento do nosso pais.  No entanto, a influência das iniciativas de controle de qualidade e implantação de ISO foi bastante limitada neste tipo de organização. Os temas associados a gestão de serviços são mais recentes. Para piorar, o setor de serviços vem enfrentando uma concorrência cada vez ma...

Fractais, uma visão de “processo”?

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“Quanto maior a multidão e maior a anarquia aparente, mais perfeita é sua variação. É a lei suprema da desrazão. Em qualquer lugar onde uma grande amostra de elementos caóticos seja colhida e escalonada segundo a sua magnitude, uma forma de regularidade insuspeitada e das mais belas prova ter estado latente todo o tempo. Os pontos mais altos da fileira escalonada formam uma curva harmoniosa de proporções invariáveis; e cada elemento, ao ser posicionado, encontra como que um nicho predeterminado, cuidadosamente adaptado para contê-lo.”   Francis Galton. Estamos falando em distribuição normal. Sabemos que processos variam mais ou menos 03 desvios padrões sempre, e esse princípio nos orienta a entender variações, criar processos novos e entender tolerâncias. Francis Galton (1822-1911) (KEYNES, 1993; GILLHAM, 2001) nasceu em Sparbrook, na Inglaterra e   era primo de Charles Darwin.  Estudou medicina influenciado pelos pais, mas veio a abandoná-la após...

Uma imagem vale mais que mil palavras

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Motivar as pessoas a apreciar a estatística é uma tarefa, no mínimo, desafiante. A palavra estatística provoca reações diferentes nas pessoas... Os gráficos são ferramentas de análise e muitas vezes eles representam resultados das análises dos dados, dando suporte   às explicações e conclusões de um experimento. Lembrando sempre que uma imagem vale mais de mil palavras... e a história confirma isso: uso esse exemplo como introdução   às análises chamadas de “multi vari”, aquelas que os gráficos nos dão “insights” de caminhos a serem trilhados para entender um processo. Então vamos ao exemplo: How was Florence Nightingale influential in the practice of statistics? http://vimeo.com/17381380 Florence Nightingale, uma enfermeira inglesa, resolveu usar estatística sobre a morte de soldados para pintar um retrato da situação. Acontecia a Guerra da Criméia, no mar Negro, entre 1853 e 1856. Era um conflito sangrento entre a Rússia e uma coligação formada por Ingl...

Mundos pequenos

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Em estatística trabalhamos conceitos de probabilidades, e eu sempre utilizo exemplos que trazem “essas probabilidades” para   o nosso dia a dia. E com a realidade das redes sociais, a ideia de “mundos pequenos” é sempre interessante como exemplo de probabilidade. É atribuída ao escritor húngaro  Frigyes Karinthy  ( Budapeste   24 de Junho  de 1887 — Siófok,  29 de Agosto  de 1938) a primeira referência à  Teoria dos seis graus de separação , que surge no texto com o nome original 'Cadeias', incluído na sua coleção de pequenas histórias 'Tudo é diferente' publicada em 1929. O personagem desta obra tenta,   por meio de vários exemplos, mostrar que as pessoas estão ligadas por um pequeno número de ligações, o que deu origem à célebre expressão 'seis graus de separação'. Essa ideia foi popularizada na década de 1990 com o texto “ Six Degrees of Separation” ,   escrito por   John Guare...

Feliz!! Mais 01 turma de Green Belts

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Treinando Green Belts em Uberlândia... fim de treinamento... emendando um feriado para descansar..bom feriado para todo mundo!!

Evolução do Seis Sigma - Parte 5

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1980: Se o Japão Pode, Por Que Não Podemos? O embargo do petróleo levou os líderes de empresas americanas   à consciência da presença de concorrência econômica estrangeira. Muitos empresários e técnicos, incluindo toda a equipe da alta direção da Ford Motor Company, foram visitar   a Nashua Corp, empresa americana que havia prosperado como resultado do trabalho de consultoria de Deming.   Essa empresa mostrou que a melhoria da qualidade era possível fora da cultura japonesa. Com a renovação do interesse em seu trabalho, Deming começou uma nova carreira aos 79 anos, ajudando os gerentes americanos a entender melhor os conceitos de   variação e a importância de se usar métodos estatísticos . Deming apresentou a muitas pessoas uma esclarecida visão da qualidade, utilizando apresentações gráficas (o experimento “ red bead” ) e pontos-chave fáceis de entender (teoria de gestão dos 14 pontos e os sete males mortais) durante seus seminários de q...

A EVOLUÇÃO DO SEIS SIGMA – Parte 4

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A vez dos japoneses... Após a década de 50 , e  durante os 20 anos seguintes, os esforços dos japoneses  em  relação à melhoria contínua da qualidade e  a  capacidade de produção foram mais eficazes do que os esforços empregados nos Estados Unidos. O foco dos japoneses em dois aspectos da produtividade  ( a eliminação de defeitos e redução do tempo de ciclo )  resultou em avanços importantes e muito sucesso para a Toyota e outras empresas japonesas. Enquanto isso, os Estados Unidos se concentravam em aumentar o volume de produção e manter uma participação lucrativa no mercado. Ishikawa aprendeu os princípios do controle estatístico da qualidade   desenvolvido pelos americanos e Kaoru traduziu, integrou e expandiu os conceitos de gerenciamento do Dr. William Edwards Deming e do Dr. Joseph Moses Juran para o sistema japonês. Ishikawa, Deming e Juran Fonte:  http://www.folhavitoria.com. br/economia/blogs/ gestaoeresultados/...