terça-feira, 27 de maio de 2014

Green Belts e liderança

Boa noite!


Jornada muito boa nesses dois últimos meses... treinamentos de Lean e Green Belts, e isso me faz muito feliz!

Iniciamos o treinamento de Green Belts falando da filosofia Lean Six Sigma e da estrutura convencional associada e encontrada na maior parte das Empresas que já aderiram ao programa. E associado ao Green Belt está a liderança de projetos na sua área, ou nas áreas que ele domina.

Nossos treinamentos são orientados ao ensino e prática da "caixa de ferramentas" designadas pela Metodologia DMAIC (Definir-Medir-Analisar-Implementar_Controlar) a esses, e não formar lideres.

Ensinamos e praticamos ferramentas em aplicativos, fazemos dinâmicas onde simulamos problemas, falamos de gestão e evidenciamos a importância da liderança para o sucesso da aplicação do método e da finalização de projetos de melhoria contínua. Mas não ensinamos liderança, e eu ainda não sei se isso pode ser feito em cursos curtos e palestras.

Eu penso que todos precisam se conhecer "emocionalmente" falando ( Inteligência Emocional), o que eu chamo de autoconhecimento.

E se autoconhecer é uma necessidade independente de se querer ser um líder melhor, é crescer como pessoa. Conhecer nossos "processos internos" é aprender a lidar com os obstáculos e aprender com eles, é se auto melhorar e ter um alto desempenho em todos os aspectos da vida.

Vejo nessa década uma tendência para uma liderança que sabe o que quer, que tem sonhos e busca a concretização dos mesmos e que, seja um mobilizadora de ações e não apenas de opiniões.

Essa liderança deve demonstrar autoconfiança, empatia e ser um gerador de mudanças .

Sei que posso auxiliar na autoconfiança ensinando e utilizando a metodologia para tomada de decisões. Para apoiar a geração de mudanças acredito que cada treinamento é uma fonte de transformação, um "abrir mentes" para situações e questionamentos novos, mas criar empatia e vontade de mudanças é um "processo" individual.

E, para finalizar nosso papo de hoje, acredito em liderança em equipes "maduras", conforme uma definição maravilhosa do amigo Wagner Galletti Valença, onde as pessoas se relacionam "sem traumas, dramas ou necessidades de autoafirmação constante, reconhecem e veiculam com segurança e não arrogância, todas as suas competências, talentos, conhecimentos, objetivos, não como melhores que o outros, mas complementares".

E que essa liderança esteja em um futuro bem próximo! Até breve!

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